sábado, 20 de dezembro de 2008

Manual de Banquete Ritualístico

O livro "Manual de Banquete Ritualístico" - Editora "A Trolha", é obra literária de cunho Maçônico e restrito aos Maçons. O livro aborda história, liturgia e ritualística; resgata antigas tradições por narrativas do surgimento das festas solsticiais, dos ágapes fraternais e dos brindes de saúde simulando salvas de tiros de canhões. Descreve a origem dos brindes iniciados por nossos Irmãos militares franceses e ingleses, a partir do século XVIII e, sua propagação pela Europa, Estados Unidos e Brasil. Mostra o desenvolvimento da liturgia da Loja de Mesa e da terminologia no transcurso do tempo; os significados de cada brinde de saúde, sua origem histórica e mística como era no passado e como o conhecemos hoje.

Passam por suas páginas os ágapes fraternais das antigas Escolas Esotéricas, das Corporações de Oficio e das Lojas Militares, onde se foi investigar e buscar as fundamentações para o resgate de nossas tradições e o resguardo de nossos mistérios que consagram a liturgia maçônica. Sobre o planejamento e organização do banquete o livro é copioso em informações, abrangem decoração e ornamentação, objetos litúrgicos e de mesa, arranjos de peças de serviços e, ainda recomendações sobre procedimentos e condutas pessoais e coletivas com respeito às formalidades que, universalmente, envolvem três disciplinas: Etiqueta, Protocolo e Boas Maneiras. O livro não se aplica a liturgia de Rito específico, serve a todos os regimes sem perda cerimonial do Rito adotado pela Loja.

Paulo R.M. de Almeida
O Autor


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23 comentários:

  1. O Livro Manual de Banquete Ritualistico, é uma obra que aguça a curiosidade dos leitores, apos alguns anos de maçonaria, acho que perdi a oportunidade de fazer um banquete enquanto fui venerável, pois agora com esta leitura gostosa cheia de ritualisticas, resgatando a historia, estou entusiasmado e recomendo a todos os irmãos, pois é um trabalho de pesquisa que consegue reunir varios conhecimentos. Parabens ao Irmão Paulo Roberto, por resgatar nossa verdadeira historia. tfa Valentim OR.'. Ilha Comprida SP.

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  2. Nunca vi coluna de harmonia em banquete ritualistico

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  3. Carlos Alberto; por tradição universal os banquetes maçônicos sempre foram alegremente contemplados com “Peças de Arquiteturas” em formas de poesias e cantos, hoje,lamentavelmente esquecidos.
    A função do Mestre de Harmonia é produzir e conduzir a “Trilha Sonora da Sessão Maçônica”, músicas – melodias, instrumentais ou cantatas –, que sejam condizentes com o momento ritualístico vivido; é como a “Música de Cena” que se desenvolve nos teatros, destinada a acompanhar determinados momentos. Também, designada como “Música Incidental” é aquela que incide sobre algo, reflete, referencia-se a algo, no caso da sessão maçônica aos procedimentos ritualísticos. Justamente por isto chama-se “Coluna da Harmonia”, tem que harmonizar cada momento da liturgia. Em todas as sessões maçônicas se faz necessário a presença da música de incidência cerimonial. As atividades do Mestre de Harmonia são indispensáveis, principalmente no Banquete Ritualístico que é uma festa onde a alegria das celebrações e dos brindes revela o contentamento coletivo que está intimamente ligado à música para os mais diversos momentos da liturgia. As músicas devem ser apropriadas para cada passagem da liturgia, sempre como fundo musical para não interferir nas alocuções ou trechos falados do Ritual. Em outros momentos o som pode ser mais evidente para marcar com mais realidade cênica alguns procedimentos ritualísticos. A música incidental, como mensagem sonora, é vibração que penetra os sentidos, exprime sentimentos.
    A música é linguagem universal; não precisa de tradução; fala diretamente ao coração, ao espírito, superando barreiras de preconceitos de raça, de credo e de classe social. Para apreciar a boa música basta um coração bem formado e disposição para se deixar envolver pela sensibilidade do próprio ser. Sem música o Banquete Ritualístico Maçônico perde “sabor”.

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  4. Gostaria de receber este manual via e-mail pois participei de um e gostei muito. Pretendia faz-lo em nossa loja.

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  5. Enviar o Livro por e-mail é impossível. Se você enviar um endereço de e-mail posso informar diretamente (em PVT) a você ou a algum membro de sua Loja como adquirir o livro.

    Obrigado pelo contato.

    O Autor

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  6. Mano Paulo Roberto,

    Quero dizer que, como você já sabe, através de Pedro Affonso de Lima, tornei-me seu fã.
    Adquiri seu Manual de Banquete Ritualístico, que faz jus a fama que te precede.
    Indico a todos os Irmãos.
    Grande abraço.

    Rubens Tinoco
    ARGBML Washington Luiz Nº25
    GLMERJ

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  7. Estimado Irmão Paulo R.M. de Almeida, acabo de receber o livro "Manual de Banquete Ritualístico" devidamente autografado. Mais um livro de grande preciosidade que vai fazer parte da minha biblioteca.
    Aproveito o ensejo para estimular os irmãos que ainda não compraram o referido livro que o faça, pois, é de grande avalia para enriquecer os nossos estudos.
    Lázaro A. de Morais - M.·. M.·.
    Loja Maç.·. Duque de Caxias Nº 13
    Loja de Est.·. e Pesq.·. D. Bosco Nº 33
    Obediência: Grande Loja Maç.·. do DF

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  8. Caro Ir.:
    Parabens pela espetacular obra.
    recebi atraves da trolha Clube do Livro...belissima pesquisa.
    Trabalho magistral.
    T.F.A.
    Pax et Lux!
    Bruno Rodrigues-M.I.33o
    Loja Evolição-02
    GLMERJ.

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  9. Amado Ir.: Paulo,

    Parcipei apenas uma vez de um banquete ritualístico e fiquei realmente intrigado em saber a origem e a razão daquela ritualística e ao mesmo tempo dislumbrado pela beleza da sessão. Com a Edição de sua obra, que recebi através do CLM da Editora Maçônica A Trolha, fui agraciado com uma verdadeira aula sobre o assunto restando sanadas todas as minhas dúvidas. Adquiri mais um exemplar diretamente com o Ir.: e presentei o V.: M.: de minha Oficina para que, num futuro próximo, possamos realizar uma Sessão de Loja de Mesa explicando a todos os nossos IIr.: a forma, o simbolismo, a origem, a razão e a beleza de tudo o que se passa em cada momento da sessão, pois além do Ir.: abordar profundamente o assunto, a obra é também muito didática.
    Uma belíssima obra digna do conhecimento, do propósito e da envergadura do Ir.: Paulo Roberto.
    Recomendo-a a todos os IIr.: ávidos por conhecer nossas tradições, a razão delas e sua origem.
    Parabéns ao Ir.: Paulo pelo belíssimo trabalho realizado. A Maçonaria necessita e até está meio que pobre de Ir.: de sua envergadura, dedicação e conhecimento.

    TFA

    Ir.: Alexandre Simões Fonseca
    M.: M.:
    A.: R.: L.: S.: e Gr.: Benf.: 14 de julho nº 1448
    Oriente de Barra de São Francisco-ES
    GOB-ES

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  10. Caro Ir.voce tem ideia de quando Foi realizada
    a primeica Carga de Cavalaria e seu comandante em um Banquete Ritualistico no Brasil?
    Se souber me informe por email.
    brunorodrigues7@hotmail.com
    TFA
    Maestro Bruno Rodrigues-M.I.33o
    GLMERJ

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  11. A primeira "Carga de Cavalaria" realizada no Brasil foi em 1992, na Loja Vigilantes da Lei (GLMERJ). Comandou a alegoria o Irmão Paulo Roberto Silveira (1º Vigilante), quando Venerável Mestre da Loja o Pod:. Irmão Jerônimo Serra Lameira que foi o responsável pela introdução da Carga de Cavalaria no Brasil.
    Em 1984 em visita a Bolívia o Irmão Lameira assistiu em um Banquete Maçônico na Loja Universo nº 13 a alegoria da Carga de Cavalaria. Trazida para o Brasil, aos poucos foi sendo divulgada até sua aprovação no primeiro Grão-Mestrado do Irm:. Luiz Zveiter.

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  12. Meus Irmãos,

    Adquiri o livro em tela e o li duas vezes; a primeira, para conhecer o seu conteúdo; a segunda, para estudá-lo, comparativamente, com os rituais de Loja de Mesa de que disponho. O livro é de excelente qualidade e serve de rica fonte de conhecimentos sobre o tema e outros correlatos. Recomendo a leitura.
    TFA

    José Prudêncio Pinto de Sá – M. I. - GOB
    A.R.L.S. A Luz Vem do Oriente 3.014, Porto Belo, SC – Adonhiramita
    A.R.L.S. Mário Melo 2.410, Recife, PR (membro honorário) – R.E.A.A.

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  13. Ir.`.Paulo Roberto:

    Sou da Loja Segredo e Paz do GOB PB.
    Estamos programando um banquete para o Aniversário de nossa Loja em Junho próximo.
    Gostaria de tirar uma dúvida:

    * O vinho é obrigatório nos banquetes ???
    * Ele pode ser substituido por outro tipo de bebida não alcólico ???
    * Pode-se oferecer agua aos irmm.`.que não bebem liquidos alcólicos ???

    Faço essas perguantas pois em reunião passada de nossa Loja esse tema foi motivo de grande debate, pois existe uma minoria da loja que não bebe e está tentando mudar a ritualistica modificando or vinho.

    T.`.F.`.A.`.

    Ir`.`. Jackson Macêdo.

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  14. Caro Irmão Jackson, o vinho não é obrigatório se houver somente comensais abstêmios.

    Ele pode ser substituído por outro tipo de bebida, normalmente por suco de uvas.

    A água tem presença obrigatória nos Banquetes Maçônicos. Aliás, em qualquer mesa de refeições. Mesmo havendo outras bebidas. Entretanto, não se brinda com água. Os brindes tradicionalmente são feitos com bebidas alcoólicas. No caso do vinho é praxe de etiqueta no serviço de mesa reservar-se três taças para cada comensal; uma para o vinho tinto, outra para o vinho branco e outra para água.

    Veja no Livro os títulos: “Arranjo das Peças de Serviço” e “Moderação ao Beber” são quatro páginas com esclarecimentos mais detalhados.

    Abraços

    Paulo Roberto Marinho.

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  15. Mano, gostaria de saber se este livro trata do banquete ritualistico ou tambem das funçoes do Mestre de Banquetes.
    T:. F:. A:.
    Leandro Ferreira

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  16. Meu Irmão; o Mestre de Banquetes tem como função o planejamento, a organização e a supervisão dos Ágapes fraternais realizados em festas promovidas pela Loja, principalmente nos Banquetes Ritualísticos. Nada mais há para acrescentar nas funções do M:. de Banquetes. O modo que este Oficial administrativo trabalha é determinado por seu conhecimento pessoal gerencial sobre gastronomia e etiqueta a mesa. Não tenho conhecimento da existência de alguma obra literária que transferia esses conhecimentos. Se o Irmão quer saber como planejar, organizar e realizar um banquete ritualístico, ou não ritualístico, é como dizemos na sinopse do livro: “quanto planejamento e organização do banquete o livro é copioso em informações, abrangem decoração e ornamentação, objetos litúrgicos e de mesa, arranjos de peças de serviços e, ainda recomendações sobre procedimentos e condutas pessoais e coletivas com respeito às formalidades que, universalmente, envolvem três disciplinas: Etiqueta, Protocolo e Boas Maneiras”

    Se o Irmão quer saber sobre as funções do Mestre de Banquetes no cotidiano das sessões da Loja, naquelas refeições fraternais após as reuniões, também, creio que nada encontrará a respeito. Só posso dizer que constata-se em algumas Lojas o Mestre de Banquetes fazendo trabalho de comprador e estoquista; as vezes de cozinheiro, lavador e, até faxineiro, o que é um absurdo.

    Abraços

    Paulo Roberto Marinho

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  17. meu rimão como faço para adiquir o livro com brevidade um TFA

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  18. Irmão Marcelo, é só enviar para meu e-mail, marinho.pr@gmail.com, seu nome e endereço para entrega, com o CEP. Responderei informando preço, forma de pagamento e prazo de emtrega - entre 1 e 3 dias.

    Abraços

    Paulo Roberto

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  19. Meu ir.: quantos pratos devem ser servidos?
    Quais são esses pratos? E qual é a ordem?
    Qual é a entrada? É necessário sobremesa
    Aguardo resposta
    TFA
    Dirceu

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  20. A gastronomia do banquete fica por conta da criatividade dos organizadores ou do Mestre de Banquetes. Na terminologia do Banquete, em todos os Rituais conhecidos, encontramos: a expressão Iguarias ou Materiais de Demolição. O termo iguarias significa, além de comida fina, delicada e apetitosa, comidas variadas, por isto, nada impede um cardápio diverso além do trivial pão, cordeiro e alface; iguarias leves de fácil digestão, por exemplo: saladas de grãos e verduras, carne de aves, carne de peixes e frutas para as sobremesas – alimentos comuns à mesa desde a mais antiga das civilizações conhecidas.
    O primeiro prato é o cordeiro com pão ázimo (Pão sírio ou árabe) e alface ou rúcula. O primeiro brinde é feito depois do primeiro prato; naquele momento é repartido o pão. Todo jantar requer sobremesas, e elas são bem vindas, entretanto não são obrigatórias.

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  21. Caro Ir.`., gostaria de saber se o livro possui algumas sugestões de músicas para os momentos diversos do banquete.

    TFA

    Felipe

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  22. Possui matéria sobre a Coluna de Harmonia e quais tipos de músicas devam ser usadas, mas, não títulos.
    TFA
    Paulo Roberto

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  23. tive o privilégio de no meu veneralato em 2010 realizar um Banquete ritualístico seguindo as orientações do valoroso livro do grande irmão da minha Loja Vetúrio Gomes dos Santos 132, irmão Paulo Marinho. Teve durante o Banquete músicas apropriadas, apresentação de trabalhos sobre o Banquete de Platão e prosas; posteriormente teve um saboroso jantar com a devida sobremesa, foi um dia impar e inesquecível.

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